Inteligência

É possível criar filhos mais inteligentes? Saiba o que fazer

Segundo especialistas, só uma pequena parte da inteligência das crianças é hereditária, e o resto depende de fatores como a personalidade e o contexto econômico, social e cultural em que ela está inserida.

29/07/2019 06h00  Atualizado há 5 dias


Atividades como robótica costumam ser relacionadas à inteligência — Foto: Shutterstock

Atividades como robótica costumam ser relacionadas à inteligência — Foto: Shutterstock

Ter filhos inteligentes é um desejo de todo pai ou mãe. E, para isso, muitas famílias acabam investindo, desde o nascimento do bebê, nas mais variadas atividades e estímulos que possam fazer da criança um pequeno gênio. Mas será que isso é mesmo efetivo? É possível tornar alguém mais inteligente?

Em parte, sim. Definida como a nossa capacidade de enfrentar situações novas, se adaptar e modificar o mundo em que vivemos, a inteligência é um potencial inato (ou seja, todos nós nascemos inteligentes). Mas são necessários estímulos para que ela se desenvolva da melhor maneira possível, e isso vai ser determinante para definir o grau de capacidade cognitiva que a pessoa irá alcançar.

“Cerca de 20% da nossa inteligência vem da hereditariedade, e isso não há como mudar. Mas os outros 80% estão relacionados a outros fatores como a personalidade e o contexto econômico, social e cultural em que a criança está inserida. Depende das chances que você dá a ela”, explica Cláudia Ambrósio, neurologista pediátrica do Sabará Hospital Infantil.

Isso significa que, por mais que cada um tenha alguns limites estabelecidos geneticamente, os estímulos certos dados na hora certa farão toda a diferença.

E isso deve começar antes mesmo da criança ser concebida, lá na saúde da futura mãe que ainda nem engravidou. “Há estudos que mostram que filhos de mulheres obesas antes de engravidar atingem um QI menor”, exemplifica Cláudia.

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