Be yourself; Everyone else is already taken.
— Oscar Wilde.
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29/07/2019 06h00 Atualizado há 5 dias
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Atividades como robótica costumam ser relacionadas à inteligência — Foto: Shutterstock
Ter filhos inteligentes é um desejo de todo pai ou mãe. E, para isso, muitas famílias acabam investindo, desde o nascimento do bebê, nas mais variadas atividades e estímulos que possam fazer da criança um pequeno gênio. Mas será que isso é mesmo efetivo? É possível tornar alguém mais inteligente?
Em parte, sim. Definida como a nossa capacidade de enfrentar situações novas, se adaptar e modificar o mundo em que vivemos, a inteligência é um potencial inato (ou seja, todos nós nascemos inteligentes). Mas são necessários estímulos para que ela se desenvolva da melhor maneira possível, e isso vai ser determinante para definir o grau de capacidade cognitiva que a pessoa irá alcançar.
“Cerca de 20% da nossa inteligência vem da hereditariedade, e isso não há como mudar. Mas os outros 80% estão relacionados a outros fatores como a personalidade e o contexto econômico, social e cultural em que a criança está inserida. Depende das chances que você dá a ela”, explica Cláudia Ambrósio, neurologista pediátrica do Sabará Hospital Infantil.
Isso significa que, por mais que cada um tenha alguns limites estabelecidos geneticamente, os estímulos certos dados na hora certa farão toda a diferença.
E isso deve começar antes mesmo da criança ser concebida, lá na saúde da futura mãe que ainda nem engravidou. “Há estudos que mostram que filhos de mulheres obesas antes de engravidar atingem um QI menor”, exemplifica Cláudia.
Há alguns anos atrás pouquíssimas mães precisavam se preocupar com a freqüência com que seus filhos praticavam atividades físicas, pois brincar na rua, jogar bola e correr faziam parte da rotina diária de toda criança.
Hoje, com os videogames, smartphones e todos os aparatos e tecnologias essa realidade mudou. Fazer com as crianças se movimentem muitas vezes é uma grande preocupação para os pais.


Praticar esportes na infância é uma maneira interessante de a criança se movimentar de maneira divertida e recreativa. É importante que os pais respeitem a opinião dos seus filhos e os deixem escolher a modalidade esportiva que mais agrada. Dessa maneira, praticar esportes será algo prazeroso e estimulante, uma forma eficaz para o combate do sedentarismo infantil.
É recomendável que a atividade física seja praticada por melo menos por 30 minutos todos os dias. No entanto, com a correria, nem sempre é possível. Nesse caso, três vezes por semana é o mais adequado. Manter uma freqüência de horários para a criança praticar esportes fará com que ela desenvolva responsabilidade e disciplina. Além disso, dará á ela um condicionamento físico bastante satisfatório.
Praticar esporte é um estímulo para que a criança aceite uma alimentação mais saudável e consiga assim um rendimento melhor na atividade que pratica. Para aquelas com falta de apetite, o esporte trará a necessidade natural de uma alimentação mais rica e nutritiva.
A prática regular de esportes diminui os níveis de ansiedade na criança, contribuindo para sua capacidade de concentração, coordenação motora e principalmente para a qualidade do sono. Mas para que esses benefícios sejam alcançados, é necessário que o esporte não se torne excessivamente competitivo. Portanto nada de focar na vitória: o foco deve ser sempre a diversão.
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Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.
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